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sábado, 25 de octubre de 2014

Teu batom no espelho, Meri...

Quasse lembrei de ti hoje ;
E meu céu cinza, por instantes ficou azul;
Quasse pensei em ti hoje, pois achei uma carta de amor
dentro de um caderno esquecido,
Havia também uma marca de batom e um eu te amo no espelho
que apagasse quando te fostes
Feliz confusão, nostalgia,
Quasse lembrei com um pouco de dor,
Que ainda te amo...

Vos sabias


Lloro, desde tus ojos me siento derrotado;
Y vos me conoces, hace tiempo que soy inexpugnable
Me desconozco, pero también tengo suerte en mi monologo;
Te fuiste, de acá y de mí
El tiempo eras vos, y eras necesaria
Sabias del abrazo evanescente
Sabias de nosotros
Yo era letargo y tímido, acampaba en mis insomnios
Ahora está todo lejano
El deseo,
La ilusión,
Y tus manos suaves que no ocupas en mí.


jueves, 16 de octubre de 2014

Planeta Planetário.



Um planeta , um planetário, meio dia, cem anos;
Sol, prato de fogo,definitivamente esperança;
Agora rodeado numa mesa farta,me chamaram
pra guerra ou pra comida,
Céu e terra, transparência fortuita num poço de concreto;
Um planeta , um planetário, nunca foi , nem chegara a ser
algo transcorrido,vinagre, escorbuto,nata corrosiva, um castigo.
Gostaria do intuito, deslizar transparente nesse sonho,
Mesclando beijos,esperando um manantial,destronando esse medo
que ainda não compreendo...





viernes, 10 de octubre de 2014

Multiversos

Por todas partes veo ojos;
Hay ojos húmedos de soledad y de anteayeres.
Con los míos veo muchas cosas, veo otras cosas;
Ese orgullo insolvente;
Esas ganas de verte;
Encontrar recortes y asombros inútiles,
Ganas de abrir esa puerta de nuevo,
Y ver en que cielo te escondiste.
Por todas partes veo ojos;
Veo ojos candorosos;
Veo ojos en pánico.
Cuando era pibe despertaba en otro ritmo,
en otra esfera, pero ya era un sobreviviente.
Tengo manías y blasfemias, y en lo más profundo
una bienvenida que te guardo pero no alcanza.
Hay ojos que despiertan en lo más allá de lo posible;
En lugares de entresueños, o en universos incajeables, exiguos y demasiado frágiles.

domingo, 5 de octubre de 2014

MALABARISMO

LAMENTO DIZER QUE NÃO PODES IR AINDA;
PORQUE A CLARIDADE AINDA NÃO INVADIU O QUARTO;
Á NÍTIDOS RELÂMPAGOS LÁ FORA,E EU AINDA QUERO
ESSE PERFUME, QUE SÓ EXISTE NA TUA PELE
QUANDO ESTOU CONTIGO RENUNCIO AO MEU INSTINTO DE CONSERVAÇÃO,E ME VEJO ENTRECORTADO, FUGAZ
COMO FESTEJANDO CADA MALABARISMO QUE ME PERMITE
TE TER UM POUCO MAIS...

jueves, 2 de octubre de 2014

Paredes verticais

Mantenho-me fixo olhando a lampada, com meu rosto lívido;
Sei que a monotonia é outra coisa,
É certo que  outro dia existe, olho vagamente as paredes verticais
tentando retirar o obvio de mim mesmo, demasiados sonhos
nessa necessidade de movimento.
Me conheço, porque volto a repetir-me, sei que sou profunda
agitação e não me convencem apenas evidencias;
Posso resistir, mais espero respostas de perguntas que ainda
não formulei.
E doce sonhar, e destruir as ultimas muralhas da saudade
Continuo obstinado, esplendido e verdugo
Aceito essa confortável  melancolia que atravessa esse silencio
movimento interminável onde nada acontece.
É certo que outro dia existe,generoso, esplendido, e estarei lá
propondo esse permanente engano, para poder continuar
enfrentando meus medos.