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lunes, 27 de agosto de 2012


Inmóvil

Ya es demasiado tarde, he gastado todas las blasfemias que podía;

Me refriego doy  media vuelta pero no salgo, no puedo salir…

Sigo en esta alcoba revolviendo furias y ese mal sedoso que flota

y es resbaladizo.

El mundo es ambiguo, primordial, es un caso al acaso y no hay

argumentaciones que nos hagan entenderlo además el amor te devora, te quema , te atraviesa , es repentino y puede ser traicionero.

Mis manos, el deseo, buscarme y no encontrarme y finalmente el

abismo que se mescla en mi silencio.

Ya es demasiado tarde, la angustia me mantiene inmóvil.

 

Promessas.

 

Meu erro foi não ter cobrado todo o amor que me devias;

E agora tenho sonhos e lembranças de um passado que

não vivi.

Não sei se a minha vida foi sempre assim, mais vivo o presente

e agora não estas mais perto de mim, e tudo o que me interessa

são as tuas promessas, promessas que no fundo sei que não vais

mais cumprir.

 

jueves, 23 de agosto de 2012

Equação.

Tens esse amor cálido,e essa sagasidade nutrida a conseções;
Resulta pouco ou inevitável marcar a realidade com tua
retórica iplacável, e o que dizer do cotidiano,esse abismo
mecânico promessa diaria de algo novo que sempre se repete.
Tens essa forma fecunda, essa experiência vivída,essa forma
correta e cheia de argumentos que te enganam a ti mesmo.
Mais esta a outra parte, a que esqueceste,e que vive em esse
subúrbio cheio de frustração e fragmentos de ideologia mezquinha.
É um emblema o que as vezes te corroe, esse médo impessoal,
essa equação com demasiadas incógnitas;
Não há outro mundo e a realidade não é provisória;
Não há outra razão para cumprir esse ritual de seguir na trincheira
de tuas inútiles cavilações.
O triste não é que te conhecem , mais sim que não te conheces
pois tais sempre nesse exilio misterioso onde não há ninguem que
te procure, onde tu mesmo não te encontras.

sábado, 18 de agosto de 2012


Hipocondríaco



Resto de adeus te pedia não me davas me sentia pasmo, agoniza.

Em meu mundo já não havia espaços, somente uma desilusão ágria;

As lembranças me perseguiam me maltratavam;

Respirava esse ar gasto,me sentia enferrujado, paralisado no tempo;

Para sempre e muito tempo me dizia minha alma, e o suicídio não

e correto,seguirei sendo hipocondríaco.

Resto de adeus te pedia, não me davas;

Não sei mais onde andas e não me importa, seguirei com  minhas mãos fechadas e meus restos de ontem
perdidos em tua ausência

Manos invisibles.



Muchas cosas se rompen, empujadas o no;

Son tobillos, o corazones;

Son espejos, vasos, botellas de vino, amores no correspondidos;

Hay cosas elementales y desolación, pensamientos corrosivos,

Leña, invierno, verano y vapor.

Muchas cosas se rompen empujadas o no;

El amor circular, con su vaivén, con su rumor callado;

Con sus piernas y pechos de carne y pecado.

La mente puede ser profunda, nostálgica o pobre;

Puede ser pequeña y dormir con inocencia y sin temores.

Tu pubis fue fatal en mi cama lujuriosa hasta la noche en

que llovía y nunca más te busque…



Te perdi em fevereiro.

Se terei esperado amanheceres enchendo o prato de moedas,

Perdendo tempo que não espera enquanto eu e fevereiro morríamos

lentamente,meu corpo me dizia; não da mais.

A noite suja e suburbana seguia exalando latidos, escondendo

putas e ladrões ,fazendo apostas sobre caixas de lixo na calçada.

Se terei esperado a lua entre luxuria e entre sonhos;

E agora de ti esqueço, te amei mais virastes um fóssil de lembranças;

Já não ficou nada,morri, morreu fevereiro...



Prólogo maldito.

Ouso gritos e ruído de passos na calçada;

Sinto o chicote do tempo arrugando minha

cara.

De que regressos me falam? Não há mais regressos,

e fico sóbrio quando falo de mim mesmo.

Meu mundo é este, esta imunda maravilha com cheiro

de lixo que mexem na rua,cachorros,feira,madeira

podre ; tem algo impessoal que me persegue,

Sobras do teu adeus numa manha de sábado,

O gosto da tua saliva e a porta que fechaste para

sempre.

Ouso as vozes do silencio;

Ouso prólogos malditos;

Luto ,sou teimoso,em fim quero romper o silencio

que persiste dentro de mim.

jueves, 16 de agosto de 2012

Golpeando puertas.


Golpeando puertas.



En la vida ay viajes y regresos, y viajes sin regresos también;

Anteojos quebrados;

Mesas mal clavadas;

Nacimientos sin lloro;

Sombreros sin flor;

El mal a mano de todos.

A veces resolvemos seguir adelante, sin relojes y sin brújulas,

Sin temerle a la lluvia,

Sin ausencia o autocritica,

Simplemente seguir adelante.

Somos vulnerables, llenamos el planeta y el universo de cantos;

De soledad, de amor y de sangre.

En la vida ay viajes y regresos, viajes sin regresos también;

Somos pequeños,

Somos países,

Somos versos y andamos de la mano, a toda vida, a toda muerte;

Golpeando puertas donde nadie nos espera.


hipocondríaco.


Hipocondriaco.

Restos de adiós te pedía, no me dabas;

Me sentía pasmo, agonizaba;

En mi mundo no hay espacios, solo una

desilusión agria.

Me seguían los recuerdos, me maltrataban;

Respiraba ese aire gastado, me sentía

herrumbrado, detenido en el tiempo.

Para siempre es mucho tiempo me decía

mi alma y el suicidio no es correcto, seguiré

siendo hipocondriaco.

Restos de adiós te pedia, no me dabas, no se

mas donde andas y no me importa, seguiré con

mi insomnio y mis manos serradas, con mis

restos de ayer perdidos en tu ausencia. 


martes, 14 de agosto de 2012

Eu e Maria.

Era garoto e assustado escapei do amor;
Era garoto,e ela Maria me esperando na
praça maior;
Não sabia se estava envolvido;
Não sabia perceber quanto eras menina mulher;
Era Maria ,Maria perdida, alma de mulher,coração
de menina;
Eu era garoto assustado,idealizando planos
para despedirme de ti.