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sábado, 31 de mayo de 2014

Miserias

As vesses ando sozinho na sala da escuridão
e me perco nas manchas concisas e eloquentes,
chorando sem escândalo,e depois preciso referencias
Na minha casa fumo, e deixo as coisas pra depois;
As veces lembro que a luxuria e um milagre,
e depois pra que lembrar da eternidade?
Eles me contemplam , me ignoram, mais a enfases
anuncia a vitoria , vamos contemplar essa espada de teatro;
Vamos, porque tudo emerge num espanto,
Alma húmeda, ultimo porto, sobre tua alma emigro
Mais existe um céu, que não é azul,
Onde não encontro sossego, estou eternamente em fuga
e um milagre , um terrível milagre conseguir enxergar
mais alem do abandono.
Eles me contemplam;
Das alturas ninguém fala,
Mais o tempo e uma correria sem rumo...

jueves, 29 de mayo de 2014

Vento leve

Sonhei, com ela distante e minha
Acordei sem teu corpo e com espanto
Pedaço de sol que acordou minha tristeza
Sonho solitário que arrastra minha voz,
Perdi a substancia da tua natureza, aquela
exasperada, densa e que justificava sempre
um recomeço,
Beijos;
Palavras;
Estrela cintilante,quando dizias te amo,
Quero fazer contigo, aquilo, num frenesi,
veleiro num vento leve, num embalo eternamente
em fuga
Sonhei com ela distante e minha
E me tornei  outro, talvez apenas um impulso;
Certamente quando me cercam as lembranças
Algum milagre acontece
Consigo sair dessas ruínas,
Encontro algumas respostas,
e transformo o silencio...






martes, 27 de mayo de 2014

Inmaculada

Algunos momentos me impresionan, como esa realidad exterior
donde existe ese límite confuso y doloroso, porque regresan tus cosas…
Hay una última ansiedad, peligrosa, inabarcable, que empezó cuando
te tuve entre mis brazos.
Han llovido cosas, como palabras, ausencias, besos y aquel viejo dolor
aquel último dolor, que a veces también me hace falta.
Hay una última lágrima, como pureza inmaculada que todavía no lloré
La guardo para después, cuando tu belleza termine con las primeras décadas…

lunes, 19 de mayo de 2014

Como diria Renato

Como diria Renato, o sistema é mau
e viver é foda;
Porém ainda me pego pensando no amor
sem seguir diretrizes, sem copiar matrizes sociais.
Olha essa chuva,e depois o sol;
Olha o esplendor, e até a saudade em doses minimas
e boa de sentir,
Relembrar, sonhar, esperar em vão;
Finalizar,
Acelerar,
Juntar o que sobrou,quando não sobrou nada;
Viver sem rumo sabendo onde a estrada vai te levar.
Não sei se estou bem, não sei se acredito no bem
mais sei que o bem é maior que o mal...


jueves, 15 de mayo de 2014

Vestígios

Ainda encontro vestígios;
Como imposições que me perseguem
Ainda escondo o meu punhal de orgulho
Os minutos morreram nesse silencio de uma
noite enteira;
Já não gosto do que ficou para traz
O mundo agora é crepitante,e repete-se
nessa abundancia de sol e fogo,
Mais;
Ainda encontro vestígios;
Nesse universo oxidado,
Nessa exata luz de cristal opaco
Ainda voo, ainda me repito nesse movimento
interminável, nessa anedota com pouquíssimas
palavras.
Não quero, não posso mais viver clandestino,
censurado nessa elíptica forma de sofrer
E agora e provável que não te ache no alfabeto
e por momentos a constância já não cabe
entre nós.



domingo, 11 de mayo de 2014

Poesia (comentário)

Tenho visto uma dificuldade bastante recorrente no que diz respeito
a produção literária não somente no Brasil mais no mundo, cada vez
esta mais difícil encontrar textos e poemas de qualidade, vejo que
as pessoas se preocupam mais em tentar angariar o máximo de leitores
e esquecem que um bom poema não necessariamente precisa de métrica
ou rima mais também de simplicidade, não que eu por exemplo escreva
bons poemas até acho o contrario mais digo que existe uma necessidade
de sermos mais profundos, tentar atingir uma forma de originalidade
que me parece perdida.

Postergable.

Escúchame son las cinco y sigo frustrado
Creo que este año es definitivo, he mejorado considerablemente
y hay personas esperándome, me convertí en otra cosa, pero no
me alcanza.
Me parece que descubrí otra arruga en tu semblante, una que no tenias
es poco estético pero agradable
Escúchame son las cinco y sigo frustrado
Y eso exactamente me empieza a doler,
Un único dolor, un poco exagerado, un poco interrogativo
¿Hemos cambiado o el mundo cambio? tal vez las dos cosas
Me parece que descubrí otra manera de olvidarte, y ahora
no hay escapatoria, sigo centímetros más allá de acostumbrarme
Te prometo esa promesa inútil
Te digo que solo hay un miedo
Una sola estupidez
Y eso exactamente me empieza a doler…
 


jueves, 8 de mayo de 2014

Mártir

Uma canção do The Cure,um depois sutil
Uma inesperada erupção de sentimentos
Não pensar tanto, não ensaiar tanto;
Contagiar se diariamente , sentir-se longínquo.
E o depois? poderemos romper essa membrana?
A consciência não faz bem ao coração,
E o que fazer com esta desesperação,
O que fazer com com este sentimento de sentir-se alheio
imbecil,saber que morreu a ultima expectativa.
Sinto-me muitíssimo melhor quando penso em nossas
frustrações,quando vejo aquilo que nos impedia de recomeçar de novo
E depois como romper essa membrana?
Nunca me atrevi a ensaiar um retorno,sou mártir
das minhas próprias sequelas.

domingo, 4 de mayo de 2014

Clichê

Esse otimismo é um rio grande, muito grande e não  posso
não quero me afogar nele,
Estou certo de que um dia virei a pagina, só não lembro quando
e também já pedi socorro por telefone, e foi muito, muito demorado
Á noite é um exílio de mim mesmo, assim esqueço de todas as
expectativas que me enganaram a vida toda, parece clichê
dizer que o futuro não existe, melhor não dizer isso.
E como diria Neruda, minha razão esbarrou na tua indiferença
Sou apenas alguém sofrendo alguns restos de saudade e o tempo
me persegue por todas partes com sua trompa de elefante,
transcorrendo e nascendo todas as manhãs.