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domingo, 16 de noviembre de 2014

Vícios racionais.

Hoje flutuando, quasse suspeito já não posso dizer onde andarei;
A cabeça voando, tentando inventar alguns sonhos;
A vida , a vida quem não lembra Shakespeare,
             Ser ou não ser...
Não tenho mais vícios racionais, nem aquele desprecio profundo
por esses paternalistas conservadores, continuo sendo comunista.
A claridade pode ser um golpe no fracasso, um ensaio, um acaso...
A vida dura uma vez,preciso de instantes impensados;
Quero supor outra historia, já estive deserto e agora preciso que
o mundo começe por mim.
Ouso inesquecível e fugitivo esse corrigir das notas num vaivém vazio
Vejo que de nada serve esse paroxismo de tentar me entender.

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