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miércoles, 28 de enero de 2015

Escala de delirios

Corremos na vida atras de alguns sonhos
mais são somente sonhos, exíguos e frágeis
numa escala de delírios.
Temos que inventar verdades e amores impossíveis,
Assim o destino inexorável nos empurra degrau por degrau
até o dia em que sentimos a obrigação de chorar,
E todos os plurais e todas as perguntas são mais ou menos
largas explicações sem sentido.
Corremos na vida atras de alguns sonhos,
Vacilamos esperanças e assumimos derrotas,
Temos fome disponível;
Temos fruto amargo,
Nos arrastramos nesse excesso subversivo,
E celebramos o futuro como qualquer outro perigo.
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