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miércoles, 11 de junio de 2014

Bípedes

Seguimos quebrando mascaras, num estado tempestuoso
frio, frenético;
Somos bípedes, com alguns sentidos, nossas vidas e alguns
segredos, semanas de silencio perseguindo relógios.
Vidros quebrados, fadiga empurrando o invisível;
Y agora? tenho sede mais o universo secou, sento nesse
sofá profundo com minha dignidade enferrujada,
Y agora? regresso junto com  minha sombra vulnerável,
ou abro a porta pra essas ultimas dores?
Seguimos o destino, antes pequenos soldados, agora carregados
de ódio;
Somos bípedes,construindo estatuas,ocultando tristezas;
Tenho uma ultima ansiedade profunda, desvanecendo entre
campanários e brumas,sonhos infinitos e miradas noturnas
Estou tentando, vivendo no fogo, justificando a mim  mesmo
o que há por trás desses inexpressivos pormenores de horror.


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