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viernes, 20 de junio de 2014

Pretextos.

Ontem havia sol e lua nesse tempo de esplendor e começos;
Tempo substancial, relativo e poético,
O vento arrastra minha voz,teus braços de pedra desde tua alma
ainda me trazem inutilmente de onde estas distante.
Teu corpo temeroso e sedento,tudo em ti e sedento;
Boca sem dizer palavras, tremendo fugaz, em ti fui naufrágio
Perseguindo estrelas, suave jogo de tristeza,na tua alma oculta
e magnética me perdi,
E agora?a dois hemisférios nessa profundidade terrestre,
Nunca fui, nunca pude ser, o que deveria ter sido,
Irrevogável tua verdade persegue e sobrevive em  meus instintos
De cama em cama agitação perpetua, mordo meus espaços
nesse vaivém de noites oxidadas,
Teu corpo temeroso e sedento,  tudo em ti e sedento;
Pude ver teu rostro sem mascara, algo que cerca e oprime,
Realidade concreta, armadilha sem sentido,
E agora?continuo nessa roda de artifícios?
Tenho que lavar meu coração,terminar com a desordem e
enumerar meus pretextos para poder contar comigo.

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