Translate

martes, 24 de junio de 2014

Última rosa

Ouve um tempo de sonhos e devaneios;
Teu vento palpitava em mim,
A mão no lençol sem pensar escapava dentre tuas pernas;
Lento, largo, silencioso, recordo agora o amor
que um dia nos tocou,
Enquanto o tédio me devora, e busco no insonio as lembranças
dessas vogais que falava ao teu ouvido
Ouve um tempo de sonhos e devaneios;
Não sei o que ando buscando;
Esses anos mal contados?
Essa fuga sutil?
Sempre palpita esse rumor calado,
Quem eres tu?
Talvez apenas essas palavras que eu escrevo,
Cementério de beijos,ultimo porto que persigo;
Última rosa, tão distante do meu horizonte...
Publicar un comentario